22/11/20

Sem NaNoWriMo pra mim este ano

Oi, pessoa! Tudo bem?

Eu estou bem! Estou aqui de novo falando um pouco pra mim, ou pra quem quer que seja que estiver me lendo.

Estamos em Novembro, e, como em todo ano, é mês de NaNoWriMo. E, como em todo ano, as coisas estão super corridas no trabalho e na vida pessoal. A pandemia mudou tudo, e o fato de que as academias estão reabrindo e usando mais ferramentas que desenvolvemos para ajudar (a empresa para que trabalho presta serviços para academias) quer dizer que temos muito mais trabalho implementando essas ferramentas e explicando aos clientes como elas devem ser usadas.

Então, mas uma vez não vai ter NaNoWriMo pra mim, ao menos não este mês.

Quero muito mesmo começar a escrever de forma mais disciplinada (o NaNo é muito bom pra isso), mas não sei se consigo me comprometer com mais de mil palavras por dia. 

Estou pensando seriamente em me comprometer com cem por dia, mas ainda não tomei uma decisão. 

Vamos ver o que dá pra fazer sem dar o passo maior que a perna.

E você, pessoa? Se escreve, como anda seu ritmo? Está do jeito que você esperava, ou tem o que melhorar? Divide comigo nos comentários!

Se você leu até aqui, um beijão!

11/11/20

Precisamos falar mais sobre saúde mental

Oi, pessoa!

Estou por aqui de novo, falando pra você ou pra mim, não sei bem.

Hoje vim falar um pouco sobre saúde mental, e sobre quão pouco anda falamos sobre o tema. Preciso admitir que fizemos bastante progresso, mas ainda temos um longo caminho pela frente. Ainda existe um estigma em assumir que se tem problemas de saúde mental. 

Depressão ainda é vista como uma tristeza comum, ou preguiça. Ansiedade é descontada como algo que todo mundo tem. Uma série de doenças que são descontadas como algo normal da vida, ou frescura.

Acho que não precisamos falar mais sobre saúde mental. Precisamos falar melhor sobre saúde mental.

Precisamos entender que não estamos falando de sentimentos passageiros, e sim de doenças reais. Doenças que precisam de intervenção médica, talvez de medicamentos.

Por que talvez? Bem, porque, como qualquer doença, o tratamento é algo trabalhado com um médico. Alguns pacientes precisam de medicamentos para o resto da vida. Outros, apenas por um período de ajuste. Outros ainda (como eu) não se adaptam bem aos medicamentos e se dão melhor com outros tipos de terapia, como a terapia tradicional, exercícios e adaptações comportamentais que ajudam a viver melhor.

Isso é muito importante também, na minha opinião. Precisamos entender que aquilo que funciona para um paciente pode não ajudar ou até atrapalhar em outro caso. Eu jamais diria que medicamentos não servem porque eles não serviram para mim. Eu digo que eles não me ajudaram. Mas podem ajudar, e muito, outras pessoas.

Acho que o que eu quero dizer com isso é que precisamos ouvir mais, estudar mais, e julgar menos.

Talvez isso sirva pra tudo, não? Que tal dividir sua opinião ou suas experiências comigo nos comentários?

Se você leu até aqui, um beijão!

07/11/20

Por que vivendo aos poucos?

 Oi, pessoa!

Se você caiu por aqui de paraquedas, deve estar se perguntando o motivo do nome do blog.

Bem... eu poderia dizer que há várias razões, mas a principal é o fato de que eu não tenho mesmo outra opção a não ser viver aos poucos.

Minha saúde mental é... instável, eu diria. Em alguns dias, eu estou bem e quero conquistar o mundo e escalar o Monte Everest. Em outros, sair da cama exige mais energia do que eu tenho, e preciso escolher com cuidado o que vou ou não fazer. 

Muito prazer, sou bipolar. A vida é uma maravilha ou um inferno, então o que me resta é viver aos poucos. Um dia por vez, uma hora por vez, uma tarefa por vez.

É isso. Espero aparecer aqui mais vezes e falar um pouquinho sobre cada coisa. 

Se você leu até aqui... um beijão!